“…As Vezes qualquer um, faz qualquer coisa por sexo, drogas e diversão. E Tudo isso, as vezes só aumenta angustia e a insatisfação.”

É com esse trecho da música Diversão dos Titãs que começo esse post levantando uma questão: As mulheres lhe diferenciam com o tipo de bebida que você costuma tomar? A Respota é sim!

A Revista Men’s Health na edição #31de Novembro fez um estudo sobre os pensamentos das mulheres quanto à o tipo de bebida de cada Homem. Interessante não?!

A Revista fez um comparativo entre: Você pede, ela pensa e ela imagina.

Vamos a alguns resultados?

Você Pede: Vinho, Ela Pensa: Sexy e Romântico, Ela Imagina: Alexandre Borges;

Você Pede: uísque, Ela Pensa: Seguro e Esbanjador, Ela Imagina: Chico Buarque.

Estes são apenas alguns resultados. Se você deseja saber os outros resultados, compre a revista.

Observando esse estudo bem interessante, fiquei pensativo quanto ao julgamento feito pelas mulheres para o Homem. Pode ser das coisas mais complicadas as mais banais possíveis, tirando como exemplo: Jeito de se vestir e o jeito de amarar o cadarço do sapato. Todo e qualquer homem está sujeito a ser avaliado pelos olhos atentos das mulheres, e isso é bem ruim.

Um Nerd só vai se relacionar com nerds, um descolado só vai se relacionar com descolados. Isto é um paradigma que a sociedade atribuiu no nosso dia-a-dia através dos veículos de comunicação como: Televisão, radio, internet e etc…

Isso é uma GRANDE bobagem, todas as pessoas deviam se relacionar sem qualquer tipo de distinção ou preconceito, a sociedade seria bem mais legal e menos difícil de conviver.

Por exemplo:

Um Nerd namorando com uma Aventureira Headbanger, isso seria uma coisa muito legal porque experiências seriam trocadas e tribos diferentes. Teriam a conclusão que cada estilo tem sua individualidade que é o interessante, do menor possível (a gravata borboleta de um nerd), até os mais escancarados (Maquiagem blackmetal). Ia chegar um dia em que as relações iam se encontrar e formar um só estilo, o estilo Mundial.

Não haveria mais guerra, fome, desemprego ou qualquer distinção provocada por individualidade das pessoas. O Sonho do Lennon na música Imagine ia ser realizado e talvez, poderia se tornar o Hino da ONU.

Mas. Há controvérsias de um mundo sem imaginação e surpresas. Será?! Talvez sim, talvez não.

Isso é tudo por hoje galerinha; Vamos pensar no futuro e nas pessoas, pois, como dizia nosso ídolo das letras Renato Russo: “É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã”.

Dica de Livro:

Capa do Livro

Capa do Livro

Radical e polêmico, Animais em extinção traz altas doses de sexo, violência e escatologia.

Marcelo Mirisola tem a vocação de incomodar. Quando lançou o romance O azul do filho morto, em 2002, teve uma excelente acolhida da crítica e foi saudado como um dos talentos mais promissores da nova literatura brasileira, ao mesmo tempo repugnante e genial. Desde então, este escritor de 42 anos, paulista radicado no Rio, lançou mais sete livros, entre eles O homem da quitinete de marfim e Fátima fez os pés para mostrar na choperia.  Mas, politicamente incorreto e avesso ao marketing, acabou se envolvendo em diversas polêmicas. Transportando o tom cáustico e iconoclasta de sua ficção para as crônicas (que hoje publica regularmente no site Congresso em Foco) e outros textos de intervenção, Mirisola angariou desafetos no meio literário e editorial, ao atacar celebridades e criticar eventos como a FLIP – além de colegas ficcionistas “fofos”, que supostamente integram panelas fechadas e se elogiam mutuamente, para participar de um circuito de festas e viagens, patrocínios e premiações. Coincidência ou não, o novo livro de Mirisola, Animais em extinção (Record, 176 pgs. R$32), está sendo mal recebido pela crítica, embora dê uma continuidade natural a seu projeto radical de desconstrução das convenções literárias, numa literatura regada a altas doses de sexo, violência e escatologia. Entre São Paulo e João Pessoa, um narrador debochado resgata lembranças de amigos, amantes, desilusões amorosas e aventuras  sexuais. Tem como audiência e musa inspiradora uma ninfeta prostituta. É como se Charles Bukowski reencarnasse na Praça Roosevelt e escrevesse uma nova crônica do amor louco: não é para todos os gostos, mas, como sugere o próprio Mirisola, o escritor precisa correr riscos.

Godspeed!

CJ!